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Governo infla balanço da reforma agrária


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Q
ueda na renda bloqueia desenvolvimento -
Desde 1999, quando houve a mudança do regime cambial, o rendimento médio real do trabalho no Brasil caiu 10,6% nas seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).

Para Sergio Mendonça, diretor do Dieese a tendência é a de que o rendimento do trabalho continue a perder poder de compra por mais algum tempo. Enquanto a economia não ingressar em um novo ciclo de crescimento com pelo menos três anos de duração, dificilmente os trabalhadores terão poder de barganha para obter aumentos de salários. Segundo ele, os ciclos de crescimento são cada vez mais curtos no País: "Entre 1992 e 1995 tivemos um que não chegou a três anos, embora a taxa de expansão tenha sido alta, em torno de 5% ao ano. Depois, houve um período de baixo crescimento, de 1996 a 1997, seguido de recessão nos dois anos seguintes. Em 2000, a economia retomou o crescimento, mas no segundo semestre de 2001 entrou novamente em recessão".

O professor e pesquisador da Universidade de Campinas (Unicamp) Márcio Pochmann, atual secretário do Desenvolvimento, Trabalho e Solidariedade da Prefeitura de São Paulo, defende que para combater o desemprego é preciso cuidar bem do rendimento do trabalhador. É com esses ganhos que as pessoas vão enfrentar os reajustes de tarifas, por exemplo, que vêm subindo muito acima da inflação e drenando recursos que iriam para o consumo.

Nos últimos 12 meses, o IPC da Fipe, que mede a variação dos preços na capital paulista, acumulou alta de 7,02%. Boa parte dela foi provocada pelo tarifaço. Até março, os paulistanos pagaram 29,82% a mais pela energia elétrica, 12,8% pela água e esgoto e 28,03% pelo gás de cozinha. Além de comprar menos, o orçamento apertado faz um número maior de consumidores atrasar ou deixar de pagar dívidas. Para se proteger do calote, o comércio restringe o crédito, o que esfria as vendas. (O Estado de São Paulo, 21/04/02)




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